Nelson Viegas
Rogil
Tenho estufas e o terreno à volta estava a ser invadido por mato e silvas. Limparam as bordaduras todas sem tocar na rede nem nos tubos de rega. Marcaram para fevereiro, como me aconselharam, e este ano foi bem menos trabalho.
Cortamos mato, canas e acácias em terrenos da Costa Vicentina, onde a humidade atlântica faz a vegetação voltar a crescer o dobro de depressa.
Uma empresa de limpeza de terrenos e desmatação em Aljezur que sabe o que se pode e o que não se pode fazer dentro da área do Parque Natural.

Resposta no próprio dia útil. Visita ao terreno sem custo em todo o distrito de Faro.
Quem compra aqui costuma perceber isto no segundo inverno. O nevoeiro da manhã e a chuva atlântica mantêm o solo húmido meses a fio, e o que foi cortado em abril está outra vez pelo joelho em setembro.
Junta-se o vento, que seca tudo de uma vez quando o verão aperta, e as canas das ribeiras, que avançam alguns metros por ano. Não é desleixo seu: é o clima do Sudoeste. O que muda tudo é o momento e o método do corte.

Fica com a faixa à volta da casa tratada antes do período crítico de incêndio.
Trava o avanço das canas e das acácias, que tomam conta do terreno se não forem contidas.
Recupera a parcela para horta, pomar ou plantação, sem raízes velhas pelo meio.
Deixa de ter vegetação encostada a alpendres e telhados de madeira, muito comuns por aqui.
Mantém a vista desimpedida, que é metade do valor de uma propriedade nesta zona.
Trabalha com quem respeita as condicionantes ambientais, em vez de arriscar um problema sério.

Comprou um lote em Vale da Telha e ainda está a juntar papéis para construir. Tem uma casa em Rogil arrendada a surfistas durante metade do ano. Ou herdou uma courela junto à ribeira que já não se distingue do canavial.
O que imagina é claro: terreno aberto, acesso livre, nada encostado às paredes. Essa diferença faz-se com uma máquina e dois dias de trabalho.
Somos uma empresa de manutenção de propriedades e terrenos com equipa habituada a trabalhar nesta costa.
Diz-nos onde fica o terreno e se está ou não dentro de área protegida, para prepararmos a intervenção em conformidade.
Vamos ver, com atenção à proximidade de ribeiras, a zonas de areia e a vegetação que deve ser mantida.
Apresentamos o orçamento com o método proposto e a melhor altura do ano para intervir.
Cortamos na data combinada, deixando intactas as faixas que não devem ser mexidas.
Retiramos ou trituramos o material, consoante o que for mais adequado àquele solo e àquela parcela.

Cortar uma cana à superfície é garantir que ela volta mais forte na primavera seguinte, porque o rizoma continua intacto. O mesmo vale para as acácias, que rebentam de raiz e de cepo.
Nestes casos trabalhamos a parcela em duas passagens na mesma estação, para esgotar a reserva da planta, e, quando o terreno o permite, removemos a raiz com giratória. É mais trabalho no primeiro ano e muito menos nos anos seguintes.
Dizemos-lhe qual é a melhor altura para intervir na sua parcela e quanto custa. A deslocação para ver o terreno é por nossa conta.
Trabalhamos em Aljezur, Bordeira, Odeceixe e Rogil, e também atravessamos para Vila do Bispo, Lagos ou Monchique quando é preciso.
Ter equipa habituada a esta costa conta: sabemos que o vento muda tudo na altura de cortar, que os caminhos de areia pedem outro tipo de transporte e que há parcelas onde a intervenção tem de respeitar regras de área protegida. Preferimos avisar disso antes de começar do que resolver o problema depois.
No extremo oposto do Algarve fazemos exatamente o mesmo trabalho, com a limpeza de vegetação em Castro Marim.


Dois terrenos vizinhos podem ter orçamentos muito diferentes. Uma parcela com erva e mato baixo limpa-se depressa; a mesma área tomada por canavial ou por acácias exige duas intervenções e remoção de raízes.
Também conta o acesso, porque nem todos os caminhos de areia aguentam o atrelado com a máquina. Não trabalhamos com preço por metro quadrado tirado de uma tabela: vemos a parcela, damos o valor e cumprimo-lo.
Sim, com os cuidados que a zona exige. Há vegetação protegida e faixas junto a linhas de água que não devem ser intervencionadas da mesma forma que o resto da parcela. Na visita identificamos essas zonas e dizemos-lhe o que fica de fora. Se houver necessidade de qualquer autorização, avisamos antes de avançar.
Entre o fim do inverno e meados da primavera, quando a vegetação ainda está verde e corta-se melhor. Nessa altura também há menos risco de ignição com o contacto da lâmina na pedra. Em terrenos com canas, a segunda passagem costuma fazer-se no fim do verão, para esgotar a planta antes das chuvas.
Voltam se só forem cortadas. O rizoma guarda reservas suficientes para rebentar de novo, por isso o corte isolado funciona durante uns meses e pouco mais. Com duas passagens na mesma estação, repetidas num segundo ano, o canavial perde força de forma visível. Onde é possível entrar com máquina, retiramos a raiz.
Trabalhamos, e são uma boa parte dos pedidos que recebemos. Nesses casos é frequente ser preciso marcar os limites antes de cortar, porque muitos lotes não têm vedação nem referências visíveis. Se tiver a planta do lote, traga-a; poupa tempo e evita cortar no terreno do vizinho.
Na maioria dos casos, sim, mas é uma das coisas que avaliamos na visita. Dependendo do estado do caminho, levamos máquina mais leve ou mudamos a data para um período mais seco. Já tivemos de adiar trabalhos por chuva, e preferimos fazê-lo a atolar um atrelado à porta de um cliente.
As duas coisas. Muitos proprietários daqui preferem contrato anual, com uma intervenção principal na primavera e uma passagem mais leve no fim do verão. Fica mais barato do que chamar uma empresa de emergência quando o terreno já está fechado, e garante-lhe data marcada com antecedência.
Um terreno limpo nesta zona é segurança, é vista e é poder usar a parcela para o que quiser.
Diga-nos onde fica, o que lá cresce e o que pretende fazer com ela. Vamos ver, explicamos o que deve ser feito agora e o que pode esperar, e deixamos-lhe um preço por escrito. Peça o seu orçamento hoje.
Resposta no próprio dia útil. Visita ao terreno sem custo em todo o distrito de Faro.
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