Jacinta Pires
Quelfes
A horta do meu pai estava fechada de silvas e canas. Encontraram o poço antes de passarem com a máquina e taparam-no provisoriamente. Em três dias voltei a ver os canteiros e as figueiras que julgava perdidas.
Recuperamos hortas fechadas de mato, parcelas junto à ria e terrenos de encosta na serra de Monte Figo.
Uma empresa de limpeza de terrenos e desmatação em Olhão que corta, carrega e deixa o terreno a pé limpo, com poços e valas outra vez à vista.

Resposta no próprio dia útil. Visita ao terreno sem custo em todo o distrito de Faro.
É uma história comum em Quelfes, em Pechão e em Moncarapacho. O terreno era trabalhado por um avô, tinha figueiras, uma nora e canteiros bem marcados. Passaram quinze anos e hoje vê-se uma mancha fechada de silvas e canas, com o poço escondido algures lá dentro.
Quem herda estas parcelas raramente sabe por onde começar — e, honestamente, não deve começar sozinho, por causa precisamente do que está escondido debaixo do mato.

Volta a ver os limites, os muros, as valas e os caminhos interiores da parcela.
Localizam-se poços, cisternas e noras tapados pela vegetação, que são um perigo real.
Recupera a parcela para horta, pomar ou pastagem, sem raízes e silvas pelo meio.
Cumpre as faixas de limpeza exigidas em redor de casas e anexos agrícolas.
Fica sem mato encostado a armazéns, estufas e sistemas de rega.
Pode voltar a arrendar ou a vender um terreno que ninguém conseguia sequer visitar.

Herdou uma horta em Pechão e nunca lá entrou. Comprou casa de campo perto de Moncarapacho e o terreno à volta está intransitável. Tem uma parcela junto à ria que ninguém trata desde que o canavial avançou.
Em todos estes casos falta o mesmo: uma equipa com máquina que entre, abra o terreno e lhe devolva a parcela que está lá por baixo.
Fala connosco e diz onde fica o terreno, que área tem e há quanto tempo não é limpo.
Visitamos a parcela à procura de poços, valas, árvores a preservar e pontos onde a máquina não deve entrar.
Enviamos o orçamento com o método, os dias previstos e o destino do material cortado.
Abrimos primeiro o acesso e trabalhamos de fora para dentro, para controlar o que encontramos.
Entregamos o terreno limpo, com os poços sinalizados e o material retirado ou triturado.

Num terreno abandonado há anos, o mato esconde buracos. Já encontrámos poços sem cobertura, cisternas tapadas por silvas e valas fundas debaixo de canavial.
Por isso nunca entramos à bruta com máquina pesada: abrimos caminho, percorremos a parcela a pé e sinalizamos o que aparecer antes de cortar o resto. É também por isto que desaconselhamos sempre que o proprietário tente resolver sozinho com uma roçadora alugada.
Somos profissionais especializados no cuidado de árvores e terrenos e esta prudência faz parte do método, não é zelo a mais.
Numa parcela abandonada, a visita serve para muito mais do que medir: é quando se percebe o que está escondido e o que isso implica. É gratuita.
Trabalhamos em Olhão, Pechão, Quelfes, Moncarapacho e Fuseta, e deslocamo-nos a Faro, Tavira ou São Brás de Alportel sempre que nos chamam.
Ser da zona conta: sabemos que muitos caminhos de horta não deixam passar atrelado e obrigam a descarregar a máquina na estrada, que junto à ria há solos que cedem depois da chuva e que, na subida para Monte Figo, a pedra à superfície obriga a trocar de equipamento.


A primeira limpeza de uma parcela abandonada é sempre a mais cara, e é importante saber isso de início. Há silvas lenhificadas, canas com rizoma, material acumulado e, muitas vezes, lixo deixado por terceiros que tem de ser separado.
A partir da segunda intervenção, o custo cai bastante. Não damos valores por metro quadrado ao telefone: vemos a parcela, contamos os dias de trabalho e apresentamos um preço fechado.
É, e por isso procuramos sempre antes de cortar. Poços sem tampa, cisternas e valas fundas escondidas pelo mato são das situações mais perigosas que encontramos. Quando aparece um, sinalizamos, trabalhamos à volta com cuidado e dizemos-lhe o que deve fazer para o tapar em condições.
Conseguimos, se nos disser o que quer manter. Costumamos percorrer o terreno consigo ou com fotografias antigas, para identificar figueiras, videiras, canteiros e caminhos. Depois trabalhamos à roçadora nessas zonas e usamos máquina apenas onde não há nada a preservar.
Há, mas não é imediata. A cana rebenta do rizoma, por isso um corte único resolve durante uma estação. Com duas passagens no mesmo ano, repetidas no ano seguinte, a mancha perde força de forma visível. Onde a máquina chega, retiramos a raiz e o resultado é mais rápido.
Trabalhamos, e são uma parte significativa dos pedidos. Em parcelas pequenas o custo é quase todo deslocação e transporte, por isso compensa combinar com vizinhos que também precisem. Se nos indicar mais do que uma parcela na mesma zona, o valor por terreno desce.
Pode precisar, consoante a localização exata e o estatuto da área. Há zonas de proteção onde certas intervenções estão condicionadas. Na visita identificamos isso e, se houver dúvidas, dizemos-lhe a quem deve perguntar antes de avançarmos com qualquer trabalho.
Levamos, mas orçamentamos à parte. Resíduos de construção, plásticos de estufa e eletrodomésticos têm destinos diferentes do material vegetal e implicam separação e transporte específicos. Entregamos o comprovativo de deposição, se precisar de o apresentar a alguém.
Por baixo das silvas costuma estar um terreno bem melhor do que aquele que se vê do portão: canteiros, árvores de fruto, muros e caminhos.
Diga-nos onde fica e o que se lembra de lá haver. Vamos ver, dizemos-lhe o que é recuperável, damos-lhe o preço por escrito e devolvemos-lhe a parcela utilizável. Peça o seu orçamento.
Se tiver propriedade do outro lado do Algarve, fazemos igualmente a desmatação em Portimão.
Resposta no próprio dia útil. Visita ao terreno sem custo em todo o distrito de Faro.
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